À cia. do gás
A companhia de gás
Doses de sangue negro
escuro
O mármore negro,
insípido, soluços
na noite fria,
mãos procurando
a eternidade.
Os mesmo corpos
pendendo dos
arranha-céus,
enquanto britadeiras
perfuram o asfalto
- negro.
Na noite escura
da metrópole,
abismos se abrem
à nossa vista.
*** "I feel it all", Feist.



4 Comments:
breu breu breu.
faça-se a luz.
e o dono da fábrica viu que isso NÃO era bom.
sim, em tantas partes aqui mesmo
da metrópole
há ainda buracos negros
será preciso remontar ao sol?
hehe, sombrio e bom, como às vezes da noite o frio!
beiJardins
Gosto da imagem do escuro. Acomoda as coisas.
Beijos!
isso faz sentido.
bj.
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